30 de mai de 2011

Concurso Publico

A cerca de um mês atras, eu me inscrevi em um concurso, de apenas uma vaga, em uma area do qual eu não entendo, odontologia. Eu coloquei na cabeça de que eu iria tirar primeiro lugar.
e nesses 30 dias, eu estudei pra caramba, imprimi pilhas e pilhas de folhas li, reli, assisti documentarios, videos de extração de dente.. deixei de estudar p minhas provas da faculdade, decorei todos os forceps que existem, sei tudo sobre placa bacteriana, o tratamento de fluor, restauração, biossegurança, esterilização com autoclave, exodontia, as doenças periodontais enfim..coloquei na minha cabeça que eu ia passar nesse concurso, e em primeiro lugar. Estudei de seguda a segunda p esse maldito concurso.
Não sei o porque, mas hoje entrei no site do meu concurso, e coloquei meu nome e CPF p/ olhar.. e advinha?! coloram errado o meu cargo. Justo o meu! Incrivel!!.. fui correndo olhar os meus papeis do comprovante.. e lá estava, algo com farmaceutica. Maravilha. Maravilha!!
Erro do funcionário publico, e erro meu, por não ter conferido na hora, que merda mesmo.

Na hora eu não sabia se ria ou chorava. Como eu sou sortuda.

Talvez minha mãe esteja certa: Não era pra mim..

25 de mai de 2011

2011/01

Trabalho de civil, ações revisionais. Trabalho de civil, elaboração de contrato tal. Psicologia aplicada ao direito, artigo cientifico. Psico, trabalho tal de criminologia. resumo de parafilias, resumo de transtornos psicoticos,Processo, artigo cientifico. Processo,Acordão comentado. Constitucional II, resumo tal. Resumo Tal. e mais um resumo tal. Artigo cientifico. Trabalho Plus. Penal , trabalho de concurso de pessoas. Trabalho acerca da culpabilidade. trabalho extraclasse. Mais trabalho extraclasse. Estudar p concurso. Estudar p outro concurso.Prova. Prova. Prova. grade velha, grave nova. seis cadeias, mais seis cadeiras, mais seis cadeias, mais..  Odontologia. autoclave, forceps, esterilização, espatula Hollemback, sindesmótomo, amalgamador, Cimento ionômero de vidro, degermação, biossegurança,  filmes radiográficos, tecnica de fones, tecnica de bass, tecnica de stilman, protese, placa bacteriana (..)



19 de mai de 2011

BUENOS AIRES/ ARGENTINA - PARAGUAI - CURITIBA/PARANÁ

                              




13 de mai de 2011

ABELARDO E HELOÍSA

"O romance entre Heloísa e o filósofo Pedro Abelardo iniciou-se em Paris, no período entre o final da Idade Média e o início da Renascença.

Abelardo havia sido recentemente pela Escola Catedral de Notre Dame, tornando-se, em pouco tempo, muito conhecido por admirar os filósofos não-cristãos, numa época de forte poder da Igreja Católica.

Heloísa, que já ouvira falar sobre Abelardo e se interessava por suas teorias polêmicas, tentou aproximar-se dele através de seus professores, mas suas tentativas foram em vão.

Numa tarde Heloísa saiu para passear com sua criada Sibyle, e aproximou-se de um grupo de estudantes reunidos em torno de alguém. Seu chapéu foi levado pelo vento, indo parar justamente nos pés do jovem que era o centro da atenções, o mestre Abelardo. Ao escutar seu nome, o coração de Heloísa disparou. Ele apanhou o chapéu, e quando Heloísa aproximou-se para pegá-lo, ele logo a reconheceu como Heloísa de Notre Dame, convidando-a para juntar-se ao grupo. Risos jocosos foram ouvidos, mas cessaram imediatamente quando o olhar dos dois posaram um sobre o outro. Heloísa recolocou seu chapéu, fez uma reverência a Abelardo e se retirou.

Desde esse encontro, porém, Heloísa não consegui mais esquecer Abelardo. Fingiu estar doente, dispensou seus antigos professores e passou a interessar-se pelas obras de Platão e Ovídio, pelo Cântico dos Cânticos, pela alquimia e pelo estudo dos filtros, essências e ervas. Ela sabia que Abelardo seria atraído por suas atividades e viria até elas. Quando ficou sabendo dos estudos de Heloísa, conforme previsto por ela Abelardo imediatamente a procurou.

Abelardo tornou-se amigo de Fulbert de Notre Dame, tio e tutor de Heloísa que logo o aceitou como o mais novo professor de sua sobrinha, hospedando-o em sua casa, em troca das aulas noturnas que ele lhe daria. Em pouco tempo essas aulas passaram a ser ansiosamente aguardadas e, sem demora, contando com a confiança de Fulbert, passaram a ficar a sós. Fulbert ia dormir, e a criada retirava-se discretamente para o quarto ao lado.

Em alguns meses, conheciam-se muito bem, e só tinham paz quando estavam juntos. Um dia Abelardo tirou o cinto que prendi a túnica de Heloísa e os dois se amaram apaixonadamente. A partir desse momento Abelardo passou a se desinteressar-se de tudo, só pensando em Heloísa, descuidando-se de suas obrigações como professor.

Os problemas começaram a surgir. Primeiro, esse amor começou a esbarrar nos conceitos da época, quando os intelectuais, como Heloísa e Abelardo, racionalizavam o amor, acreditando que os impulsos sensuais deveriam ser reprimidos pelo intelecto. Não havia lugar para o desejo, que era um componente muito forte no relacionamento dos dois, originando um intenso conflitos para ambos. Ao mesmo tempo Sibyle, a criada, adoecera, e uma outra serva que a substituíra encontrou uma carta de Abelardo dirigida a Heloísa, e a entregou a Fulbert, que imediatamente o expulsou. No entanto isso não foi suficiente para separá-lo.

Heloísa preparou poções para seu tio dormir e, com a ajuda da criada Sibyle, Abelardo foi conduzido ao porão, local que passou a ser o ponto de encontro dos dois.

Uma noite, porém, alertado por outra criada, Fulbert acabou por descobri-los. Heloísa foi espancada, e a casa passou a ser cuidadosamente vigiada. Mesmo assim o amor de Abelardo e Heloísa não diminuiu, e eles passaram a se encontrar onde pudessem, em sacristias, confessionários e catedrais, os únicos lugares que Heloísa podia freqüentar sem acompanhantes a seu lado.

Heloísa acabou engravidando, e para evitar aquele escândalo, Abelardo levou-a à aldeia de Pallet, situada no interior da França. Ali, Abelardo deixou Heloísa aos cuidados de sua irmã e voltou a Paris, mas não agüentou a solidão que sentia, longe de sua amada, e resolveu falar com Fulbert, para pedir seu perdão e a mão de Heloísa em casamento.

Surpreendentemente, Fulbert o perdoou e concordou com o casamento.

Ao receber as boas novas, Heloísa, deixando a criança com a irmã de Abelardo, voltou a Paris, sentindo, no entanto, um prenúncio de tragédia. Casaram-se no meio da noite, às pressas, numa pequena ala da Catedral de Notre Dame, sem nem trocar alianças ou um beijo diante do sacerdote.

O sigilo do casamento não durou muito, e logo começaram a zombar de Heloísa e da educação que Fulbert dera a ela. Ofendido, Fulbert resolveu dar um fim àquilo tudo. Contratou dois carrascos e pagou-os para invadirem o quarto de Abelardo durante a noite e arrancar-lhe o membro viril.

Após essa tragédia, Alberto e Heloísa jamais voltaram a se falar.

Ela ingressou no convento de Santa Maria de Argenteul, em profundo estado de depressão, só retornando à vida aos poucos, conforme as notícias de melhora de seu amado iam surgindo. Para tentar amenizar a dor que sentiam pela falta um do outro, ambos passaram a dedicar-se exclusivamente ao trabalho.

Abelardo construiu uma escola-mosteiro ao lado da escola-convento de Heloísa. Viam-se diariamente, mas não se falavam nunca. Apenas trocavam cartas apaixonadas.

Abelardo morreu em 142, com 63 anos, Heloísa ergueu um grande sepulcro em sua homenagem, e faleceu algum tempo depois, sendo, por iniciativa de suas alunas, sepultada ao lado de Abelardo".

Conta-se que, ao abrirem a sepultura de Abelardo, para ali depositarem Heloísa, encontraram seu corpo ainda intacto e de braços abertos, como se estivesse aguardando a chegada de Heloísa.

Fonte: http://www.casadobruxo.com.br/textos/abelardo.htm

7 de mai de 2011

porque que eu não consigo escrever um post ou estudar

Essa semana de provas e provas na faculdade, e a vontade de escrever aqui..não flui. Me deparei com a seguinte pergunta: porque eu não consigo estudar, ou escrever?


Porque me dá fome... Cada vez que eu sento e tento ler alguma coisa, exclusivamente do Direito, me dá uma fome daquelas. Parece que eu tô de dieta há uma semana. Aí eu levanto, como um doce, como um salgado, tomo água, Coca. Fome resolvida, vamos trabalhar. Que nada. Comi demais. Preciso dar uma descansadinha senão o cérebro pifa. Acordo uma hora depois. Vou, estudar no computador, é mais prático. mas aí eu lembro que preciso tomar banho. Seja porque está frio demais ( minha casa é super gelada), e é impossível me concentrar com frio, tenho que  tomar banho e colocar uma roupinha quentinha, vai facilitar o fluxo das ideias... lá vou eu pro banheiro. Tomo o banho maaais demorado do mundo. Fico um tempão pensando no box. Visto a roupa adequada. Volto pro computadior, Escuto a minha gata miar na minha janela, exatamente do lado da cadeira do computador.. tento me concentrar no que estou lendo.. Mas não tem jeito, sou obrigada a levantar, pegar a gata da varanda, esperar ela comer ( se eu nao ficar do lado dela, esperando, ela definitivamente não come. Tem coisa mais chata que isso?), após, a coloco no meu colo e esfrego a cara dela. Esse processo é equivalente a uns oito minutos. Volto pro computador. Vou digitar algo, e nesse momento vejo que as minhas unhas estão em tamanho desproporcional, e o esmalte descascado. Paro para tirar o esmalte, lixar as unhas, afinal de contas, não dá pra digitar com elas assim. Processo finalizado, unhas devidamente amparadas, lixadas e bonitinhas. Olho pro computador. "Agora vai", eu digo pra mim mesma, "Mas antes vou só dar uma olhada nos meus emails, orkut,  msn, blog, ver se baixou o preço de tal livro no submarino....". Levo uns módicos 40 minutos para tentar responder a mensagens, acompanhar as páginas dos outros e voltar a pensar no estudo, ou no que estava escrevendo no blog. Penso no meu ovo de  páscoa delicioso da cacau show na geladeira. Levanto e pego só um pedacinho. Não consigo escrever nem um parágrafo porque quero só mais um pedacinho. Coloco uma meta. Se eu escrever um parágrafo como mais. Escrevo de qualquer jeito, um tanto quanto tosco, e vou comer mais doces. Volto culpada, pensando que eu devo ter algum problema. Escrevo mais um parágrafo e gasto uma hora corrigindo tudo o que escrevi e achando tudo horrível. Minha cabeça começa a doer. Deve ser porque eu trabalhei demais. Paro , vou lá em cima ver o que a mãe ta fazendo. Volto e escrevo mais um parágrafo. Lembro de que não lavei a droga da louça do meio dia!!  Volto disposta a terminar, seja de estudar ou escrever algo p cá. Digito mais algumas frases. Corrijo todas as anteriores. Resolvo que se eu der uma descansadinha as coisas fluem melhor. Quando eu percebo já está quase na hora de  ir p faculdade de novo, fazer a maldita prova, do qual eu devidamente não estou apta. Ou, se estava tetando redigir um textinho, paro tudo e vou ler um capítulo de cada um dos 3 livros que eu estou lendo.


Boa é a vida da minha gata. Acreditem, ela passa o dia inteiro na mesma posição da foto, só troca mesmo o lugar do pátio p se deitar.

1 de mai de 2011

BUENOS AIRES



compramos as passagens, lá vamooos nóóós!